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Cidade do México apresenta teleférico horizontal como alternativa de transporte coletivo

Sistema composto por trilhos metálicos e cabines para até duas pessoas custaria de 5% a 50% a menos que o metrô.  Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Cidade do México apresentou na última semana o projeto de construção do Transporte Urbano Elevado Personalizado (Tuep), que consiste em uma rede de teleférico horizontal, desenvolvida como alternativa para o transporte coletivo.

O projeto prevê a implantação de trilhos metálicos aéreos sustentados por postes posicionados a 12, 24 ou 37 metros de distância, para receber diversas cabines com capacidade para até duas pessoas. Também seriam implantados elevadores para levar os passageiros até as estações mais altas, onde embarcariam em uma cabine com destino pré-definido, sem a necessidade de parar em todas as estações.
De acordo com a Tuep S/A, desenvolvedora da tecnologia, a velocidade de deslocamento seria de 15 km por hora, quase o dobro da velocidade média dos automóveis da capital mexicana em horários de pico.
A estimativa é de que uma linha de 15 km de extensão, por exemplo, tenha capacidade de transportar cerca de 550 mil pessoas por dia. O custo por km de construção ficaria entre nove e 19 milhões de dólares, cerca de 5% a 50% do que demanda a construção do metrô. Os custos com manutenção, por sua vez, seriam 40% menores que os de linhas de Bus Rapid Transit (BRT).
De acordo com a Secretaria, estão sendo estudadas as rotas que poderiam receber o Tuep, mas não há previsão de início da implantação. Fonte: PiniWeb

Custo da construção acumula alta de 4,75% até novembro

Custo da construção civil paulista: R$ 1.225,12 por metro quadrado


São Paulo - O custo da construção paulista registrou alta de 0,02% em novembro ante outubro, totalizando R$ 1.225,12 por metro quadrado. No acumulado de janeiro a novembro, a alta é de 4,75%.
Em 12 meses, esse custo elevou-se em 4,78%, conforme dados do SindusCon-SP e Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo é calculado sobre as obras não incluídas na desoneração da folha de pagamentos e reflete a variação dos custos das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.
Na base mensal, foi registrado acréscimo de 0,06% nos custos de materiais de construção, estabilidade nos custos com mão de obra e administrativos. Em 12 meses, o custo de mão de obra avançou 6,51%, materiais subiu 1,99% e administrativos tiveram elevação de 6,33%.
Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB subiu 0,02% em novembro ante outubro, totalizando R$ 1.138,10 por metro quadrado. No ano, o indicador acumula alta de 4,60%, enquanto no período de doze meses até novembro a elevação chega a 4,63%.
Para o vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, "a estabilidade do CUB reflete dois movimentos: a mão de obra que já teve reajuste e os materiais de construção que têm registrado taxa abaixo da inflação".
Dentro da composição do indicador, os custos médios com materiais de construção subiram 0,06% em novembro, enquanto os de mão de obra indicaram estabilidade, na base mensal. Em 12 meses, houve aumentos de 6,48% nos custos com a mão de obra e de 1,99% nos materiais.
Fonte: Exame.


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